Levantou o rosto: havia sol.
Com um pulo, sentou no parapeito da janela.
Olhou ao longe: havia mar.
Com um suspiro, respirou a solidão.
Olhou pra baixo: havia vão.
Com um silêncio, desvendou todo vazio.
Abriu os olhos: havia ar.
Com um impulso, penetrou num labitinto inaudível, espatifando sonhos.
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